Ultimamente no Facebook há aquela comoção geral entre quem concorda e quem discorda do Marcos Feliciano, o atual presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias, por ele levar valores pessoas e religioso (Marcos Feliciano é pastor da igreja Assembléia de Deus).
Particularmente não me importo como o fato dele ser pastor, o que me incomoda é o fato dele como pessoa levar valores pessoais e religioso a um cargo público e que deveria defender as minorias e direitos humanos.
Tenho o atual presidente da CDHM, como a representação das pessoas sociais e seus temores e preconceitos, o que notavelmente nos faz perceber (em pessoas mais liberais) a nossa própria sombra, a pessoa que julga, a que clama um conhecimento sobre o que é Verdadeiro e como salvar os perdidos.
Esse coitado é só uma projeção do que a sociedade brasileira realmente é em termos gerais: conservadora, com medo do diferente, que se apega a concepções religiosas e restritiva por ensinamento.
Para alguns, Marcos Feliciano poderia ser considerado o Diabo, a figura que encarna aquilo que algumas pessoas renegam e jogam para longe de suas vidas, para outras ele é uma luz, o herói que muitos querem ser, por levar em frente seus ideias e valores pessoais, para essas pessoas suas sombras é aquilo que o atual presidente ataca, o diferente, as minorias e o diferente.
Mas enquanto vemos o herói a se espelhar, este sempre tem os monstros para se confrontar, e o maior monstro, o mais terrível e poderoso demônio está sempre dentro de nós mesmos, mas quem se importa? O importante é aniquilar quem lhe fere, e não procurar entender o motivo da batalha interna.
terça-feira, 16 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Arte
Nos caminhos que ando, dizem que os caminhos mais antigos, as práticas mais antigas, são as que dão mais certo, que falam diretamente com objetivo, seja deus, espírito ou o que for.
Há uma necessidade as vezes de algumas pessoas de validar o seu caminho pessola, sua visão e prática para outros, aquilo parece que precisa ser aceito socialmente.
Bruxaria é uma Arte velha e ampla, há diversas maneiras de se praticar bruxaria, particularmente concordo que Bruxaria é officio, é prática, é botar a mão na massa, dentro da prática do paganismo acredito sim que exista a bruxaria, muito do paganismo é centrado em cultos a deuses, mas todas as oferendas rituais são como trabalhos, energia que são enviadas aos deuses, o trabalho de meditação e conversação com os deuses toca tanto quando o trabalho de conversação com espíritos evocados, apenas tem uma roupagem diferente.
Alguns tentam esclarecer da onde a bruxaria veio e isso traça uma linha compreensível entre a prática cotidiana de lidar com os dois mundos através dos tempos, mas chega um momento que é mais fácil traçarmos a origem da vida no universo do que tentar dizer com qual povo, com qual entidade a bruxaria se iniciou. Acredito que cada entidade tenha feito seu papel em diferentes regiões o contato com o outro lado é mundial, e cada entidade recebe um nome, mas todos se comunicaram por diferentes motivos com as pessoas, mas as vezes eu paro e penso: Quem sou eu para falar como um espírito, uma entidade, deve se comunicar com outra pessoa para que ela seja verídica.
Respeitar tradições e práticas é importante, Benzedeiras tem seus métodos de consagrar e praticar sua arte, pagãos tem suas próprias praticas e ninguém morre porque a benzedeira benze em nome dos santos e algumas bruxas abençoam em nome da deusa.
(As pessoas poderiam levar as coisas menos, para o pessoal, faria bem...)
A validade de práticas antigas para mim é que a egrégora dessas tradições foi bem alimentada através dos anos, ela é forte, logo se torna mais fácil entrar em contato se for utilizado os meios tradicionais para aquela prática.
Mas nada desvalida práticas novas que tem a força que o praticante empenhar, provavelmente a egrégora desses caminhos está ainda crescendo e sendo alimentada, como uma criança, mas ainda sim se o praticante for determinado e empenhado, terá resultados tanto quanto.
E assim caminha a Arte, sendo indomada, como o vento ela vai para onde quer e se expressa como desejar, não precisa e nem dá explicações do porque se mostrou aos europeus diferentemente de como se mostrou aos africanos, ela sabe que ela é viva e que nas pessoas que ela toca, será perpetuada através das mesmas, nas diferentes faces que ela quiser.
Há uma necessidade as vezes de algumas pessoas de validar o seu caminho pessola, sua visão e prática para outros, aquilo parece que precisa ser aceito socialmente.
Bruxaria é uma Arte velha e ampla, há diversas maneiras de se praticar bruxaria, particularmente concordo que Bruxaria é officio, é prática, é botar a mão na massa, dentro da prática do paganismo acredito sim que exista a bruxaria, muito do paganismo é centrado em cultos a deuses, mas todas as oferendas rituais são como trabalhos, energia que são enviadas aos deuses, o trabalho de meditação e conversação com os deuses toca tanto quando o trabalho de conversação com espíritos evocados, apenas tem uma roupagem diferente.
Alguns tentam esclarecer da onde a bruxaria veio e isso traça uma linha compreensível entre a prática cotidiana de lidar com os dois mundos através dos tempos, mas chega um momento que é mais fácil traçarmos a origem da vida no universo do que tentar dizer com qual povo, com qual entidade a bruxaria se iniciou. Acredito que cada entidade tenha feito seu papel em diferentes regiões o contato com o outro lado é mundial, e cada entidade recebe um nome, mas todos se comunicaram por diferentes motivos com as pessoas, mas as vezes eu paro e penso: Quem sou eu para falar como um espírito, uma entidade, deve se comunicar com outra pessoa para que ela seja verídica.
Respeitar tradições e práticas é importante, Benzedeiras tem seus métodos de consagrar e praticar sua arte, pagãos tem suas próprias praticas e ninguém morre porque a benzedeira benze em nome dos santos e algumas bruxas abençoam em nome da deusa.
(As pessoas poderiam levar as coisas menos, para o pessoal, faria bem...)
A validade de práticas antigas para mim é que a egrégora dessas tradições foi bem alimentada através dos anos, ela é forte, logo se torna mais fácil entrar em contato se for utilizado os meios tradicionais para aquela prática.
Mas nada desvalida práticas novas que tem a força que o praticante empenhar, provavelmente a egrégora desses caminhos está ainda crescendo e sendo alimentada, como uma criança, mas ainda sim se o praticante for determinado e empenhado, terá resultados tanto quanto.
E assim caminha a Arte, sendo indomada, como o vento ela vai para onde quer e se expressa como desejar, não precisa e nem dá explicações do porque se mostrou aos europeus diferentemente de como se mostrou aos africanos, ela sabe que ela é viva e que nas pessoas que ela toca, será perpetuada através das mesmas, nas diferentes faces que ela quiser.
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